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Apoiar projetos de investigação dedicados aos cancros ROS1+ e acelerar o acesso a terapêuticas inovadoras.
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Aproximar investigadores, médicos e doentes para impulsionar novos projetos de investigação sobre o ROS1+.
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Dar a conhecer os cancros ROS1+ e promover a realização de testes de biomarcadores.
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O cancro do pulmão ROS1+ é uma forma rara de cancro do pulmão caracterizada por uma alteração molecular denominada fusão ROS1.
Esta alteração funciona como um interruptor permanentemente ligado, favorecendo o crescimento das células cancerígenas.
Atualmente, a identificação desta fusão permite o acesso a terapêuticas dirigidas, desenvolvidas especificamente para a bloquear.
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No cancro do pulmão, nem todos os tumores são iguais. Por detrás de um mesmo diagnóstico podem existir alterações moleculares muito diferentes, como ROS1, ALK, EGFR ou BRAF.
Os biomarcadores são verdadeiros «cartões de identidade» do tumor. A sua pesquisa permite identificar com precisão a alteração responsável pela doença e orientar o doente para o tratamento mais adequado.
Para os doentes com uma alteração ROS1+, este teste é essencial: sem ele, o acesso a terapêuticas dirigidas específicas pode ser atrasado ou até impossível.
💙 Testar os biomarcadores antes de iniciar o tratamento é dar a cada doente as melhores hipóteses de receber o tratamento certo desde o início.
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Os cancros do pulmão com uma alteração ROS1+ podem beneficiar de tratamentos especificamente desenvolvidos para bloquear essa alteração molecular.
Ao contrário dos tratamentos que atuam sobre todas as células em divisão, as terapêuticas dirigidas atuam diretamente sobre o mecanismo responsável pelo crescimento do tumor.
Ao identificar a alteração ROS1 através dos biomarcadores, os médicos podem propor um tratamento mais personalizado e adaptado ao perfil de cada doente.
💙 As terapêuticas dirigidas transformaram profundamente o tratamento dos doentes com ROS1+, oferecendo novas perspetivas e uma melhor qualidade de vida.
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O cancro do pulmão divide-se em dois grandes grupos.
O mais frequente, representando cerca de 85% dos casos, é o cancro do pulmão de não pequenas células (CPNPC).
Atualmente, a medicina não se limita a este diagnóstico geral: analisa a «identidade genética» do tumor, ou seja, as suas alterações moleculares, para identificar com precisão o que impulsiona o seu crescimento e escolher o tratamento mais adequado.
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Em cerca de 1 a 2% das pessoas com cancro do pulmão de não pequenas células, a doença está associada a uma alteração genética muito específica: uma fusão do gene ROS1 (frequentemente designada por «rearranjo ROS1»).
Esta fusão produz uma proteína anormal que funciona como um interruptor permanentemente ligado: envia continuamente sinais de crescimento ao tumor, mesmo na ausência de estímulos externos.
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Os cancros do pulmão com uma alteração ROS1+ podem beneficiar de tratamentos especificamente desenvolvidos para bloquear esta alteração molecular.
Ao contrário dos tratamentos que atuam sobre todas as células em divisão, as terapias alvo atuam diretamente sobre o mecanismo responsável pelo crescimento do tumor.
Ao identificar a alteração ROS1 através dos biomarcadores, os médicos podem propor um tratamento mais personalizado e adaptado ao perfil de cada doente.
💙 As terapias alvo transformaram profundamente o tratamento dos doentes com ROS1+, oferecendo novas perspetivas e uma melhor qualidade de vida.
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O cancro do pulmão é um dos cancros mais frequentes, mas a alteração ROS1 continua a ser rara e pouco conhecida.
• No mundo: cerca de 20 000 a 40 000 novos casos de ROS1+ por ano.
• Em Portugal: cerca de 50 a 120 novos doentes com ROS1+ por ano.
• Diagnóstico frequentemente tardio: cerca de 75% dos casos são diagnosticados numa fase avançada.
💙 Estes números demonstram a importância do rastreio molecular e do apoio à investigação.
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Graças às terapêuticas dirigidas de nova geração, resultantes dos avanços recentes da investigação clínica, a esperança de vida e a qualidade de vida dos doentes com uma alteração ROS1 melhoraram significativamente.
No entanto, o cancro continua a ser um adversário formidável: com o tempo, algumas células tumorais podem adaptar-se e contornar o tratamento. É o que se designa por mecanismos de resistência.
Para antecipar a doença, os investigadores precisam de manter uma vantagem. Necessitam de recursos duradouros para desenvolver e testar novas terapêuticas dirigidas, bem como para melhorar as estratégias destinadas a ultrapassar as resistências.
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ROS1 é o nome de um gene naturalmente presente no nosso organismo. Em algumas pessoas, este gene pode sofrer alterações e tornar-se um dos motores de certos cancros, nomeadamente alguns cancros do pulmão. Fala-se então de cancro ROS1 positivo, ou ROS1+.
O seu nome completo é c-ros oncogene 1.
O «c» significa celular, indicando que se trata da versão presente nas nossas células.
O termo oncogene designa um gene que, quando é anormalmente ativado ou alterado, pode contribuir para o desenvolvimento de um cancro.
O número «1» serve simplesmente para o identificar.
O termo ROS tem origem na história da investigação científica: foi conservado após a descoberta de um gene semelhante estudado em vírus capazes de provocar tumores em aves.
Assim, c-ros oncogene 1 significa, de forma simplificada:
o primeiro gene ROS de origem celular que pode desempenhar um papel no desenvolvimento do cancro quando sofre alterações.
Hoje, para os doentes e os seus familiares, ROS1 é muito mais do que um nome científico: é o símbolo de uma comunidade unida em torno da mesma alteração genética, com as mesmas necessidades de informação, apoio e esperança. 🇵🇹💙
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Sources :
Aviso médico
As informações apresentadas neste site destinam-se exclusivamente à informação geral e não substituem o aconselhamento médico profissional.
Apenas o médico assistente ou o oncologista pode estabelecer um diagnóstico, interpretar um teste molecular e propor um tratamento adequado a cada doente.
Este site não constitui uma recomendação médica personalizada.
Atualização: junho de 2026
Sobre a associação ROS1
A associação ROS1 é uma associação sem fins lucrativos que apoia financeiramente a investigação sobre tumores portadores de uma alteração ROS1, em particular os cancros do pulmão de não pequenas células com rearranjo ROS1.
Os nossos recursos destinam-se ao financiamento de ensaios clínicos, projetos de investigação e ações de apoio aos doentes.
Este site não abrange todos os cancros do pulmão, mas exclusivamente os tumores associados a uma alteração ROS1.